Com compromisso assinado apenas até o dia 17 de junho de 2014, atacante diz que não temeu ser afastado e espera sequência no time: 'Vou tentar convencer a diretoria'
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- O contrato está acabando e tenho que trabalhar cada dia mais. Vou tentar convencer a diretoria a renovar meu contrato. Quero ficar no Vasco e vou dar o máximo por esse clube até junho. Depois vamos ter tempo para discutir a renovação. Até lá vou cumprir meus objetivos. Em um clube igual ao Vasco tem de ser assim. Fiz meu primeiro gol como profissional no Brasil e graças a Deus foi em um clube grande. Me senti aliviado - frisou.
O alívio se deu principalmente pelo jejum de 2013. Em dez jogos disputados na temporada passada, Reginaldo não tinha conseguido balançar as redes. O desempenho, no entanto, não diminuiu o otimismo do atacante em dar a volta por cima. Tanto que em momento algum ele temeu fazer parte do grupo de jogadores que foram afastados no início da temporada e contou com os nomes de Michel Alves, Nei, Rodolfo, Renato Silva, Sandro Silva e Wendel
- Até podia acontecer, mas procurei nem pensar nisso quando o campeonato acabou. Queria aproveitar o tempo com minha família. Minha mentalidade era sempre trabalhar e dar meu máximo para ajudar o Vasco. Tanto que voltei para o Rio quatro dias antes da data da reapresentação do elenco, já focado na nova temporada - disse o camisa 23.
O atacante enfrentou dificuldades para entrar em forma nas primeiras semanas de treino. A primeira oportunidade, após muitos coletivos entre os reservas, só veio com Dorival Júnior, em agosto. Daí em diante, Reginaldo passou a figurar no banco de reservas com mais frequência até iniciar uma sequência como titular, interrompida por um estiramento na coxa, no fim de outubro.
Reginaldo comemora o gol do Vasco no empate em 1 a 1 com o Boavista (Foto: Marcelo Moreira / Agência Estado)
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