Em novo capítulo da guerra na Justiça que envolve o jogador revelado pelo Vasco, representantes de meia revertem ação na Justiça. Jovem tem acordo com Porto
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Índio está no meio de uma briga judicial que envolve investidores e o Vasco (Foto: Divulgação)Com parte dos direitos econômicos ligados a ex-dirigentes da DIS, do grupo Sonda, como do agente Guilherme Miranda, Índio se apresenta ao clube paulista em janeiro para a pré-temporada. Ele completa 18 anos em fevereiro, fica até o meio do ano e depois se transfere para o Porto. Pelo menos esta é a ideia dos investidores, que lutam para tirar o jogador do Vasco na Justiça, sem o clube receber nada. O negócio gira em torno de 5 milhões de euros - cerca de R$ 16 milhões, em contrato de cinco anos do meia com o clube português.
O advogado de Índio, Aldo Giovane Kurle, comemorou a reviravolta na Justiça. Ele havia entrado com uma ação correcional para alterar o caso.
- Entramos com pedido de esclarecimento da decisão da juíza na Corregedoria. Entendemos que o Matheus Índio tem razão na questão. Não são só salários. Ele não recebeu nada, por exemplo, das luvas de R$ 300 mil que o clube acordo com ele em contrato. Então, agora, ele é novamente jogador da Penapolense. A juíza mandou cancelar o ofício da CBF, que o recolocava no Vasco - explicou o advogado do jovem atleta.
Com o recesso do judiciário, o departamento jurídico do Vasco deve reagir somente no ano que vem ao novo passo no Tribunal Regional Trabalhista. Por enquanto, ainda não há qualquer sinal de acordo entre as partes. Em constante crise financeira, o Vasco vê em Índio uma grande venda em pouco tempo. O clube sequer considera perder o processo. Ou seja, a briga continua em 2014.
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