Advogada questiona punição, diz que clube cumpriu com seu dever e que não foi responsável pelo policiamento dentro do estádio contra o Corinthians
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Vasco e Corinthians responderam pelo artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de deixar de tomar providências capazes e prevenir ou reprimir desordens ou invasão do campo. Os cariocas, mandantes do jogo, também responderam ao artigo 191, da responsabilidade sobre a segurança dos torcedores. Mas no entendimento do corpo jurídico cruz-maltino, o clube não poderia ser punido como responsável pela confusão no estádio.- O regulamento da CBF diz que os clubes devem tomar medidas capazes de prevenir brigas. E isso foi feito. Houve reuniões com a polícia, com outras entidades, tudo para cuidar da segurança do espetáculo. Mas, infelizmente, vândalos promoveram briga e incitaram a violência. Vamos pedir a absolvição do Vasco. Entraremos com recurso até sexta-feira - afirmou a advogada do Vasco.
A CBF ainda deve definir em quais partidas o Vasco deverá ser punido. Mas até a grave crise financeira que o clube ainda vive servirá de argumento contra a punição do clube.
- Esperamos que o tribunal e a CBF, que ainda vai escolher os jogos que o Vasco poderá perder o mando, não sejam benevolentes com a crise financeira do clube, que precisa da renda das partidas para faturar também - lembrou Luciana Lopes.
A briga aconteceu no intervalo do duelo, que terminou 1 a 1. Corintianos aproveitaram que não havia divisória entre as torcidas e invadiram o lado vascaíno, dando início ao confronto. A Polícia Militar apelou para o uso de spray de pimenta para conter o tumulto, que assustou muitas famílias que estavam próximas à confusão
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