Para Carlos Eduardo Mansur, do "O Globo", Cruz-Maltino está mais forte após contratações de nomes experientes como Juninho, Guiñazu e André
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- É óbvio que nenhum torcedor gosta de ir para casa depois de ter perdido o jogo e muito menos sendo um clássico, mas o momento é do torcedor do Vasco entender que já houve uma mudança clara de patamar. A impressão que tenho é que se o Botafogo de hoje encontrasse com o Vasco nas duas ou três primeiras rodadas, seria um massacre. O Vasco era um time que entrou no campeonato condenado aos olhos de todo mundo a não sair das cinco, seis últimas posições, brigando desesperadamente para permanecer na Série A do Campeonato Brasileiro - afirmou.
De acordo com Mansur, as chegadas de Juninho, André e Guiñazu tornaram a equipe mais forte e a tendência é que não passe sufoco durante a competição nacional.
- A simples entrada de algumas peças no time, como a chegada do Juninho, a presença do Guiñazu, o crescimento do André, o Eder Luis entrando em jogo, o Vasco encorpou. Mudou de patamar. Com as entradas de jogadores experientes, o Vasco já parece dar um vôo de cruzeiro ao torcedor. Uma permanência na zona intermediária da tabela. E a maneira como o time se comportou, era um jogo equilibrado até a abertura do placar. O Botafogo tem um time mais entrosado, com mais qualidade e é natural que se imponha em um choque entre os dois, mas a maneira com que o Vasco enfrentou esse clássico, era absolutamente inimaginável no começo do Campeonato Brasileiro - concluiu.
Na próxima quinta-feira, o Vasco recebe a Ponte Preta, às 21h (de Brasília), em São Januário, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com 14 pontos, o Cruz-Maltino é o décimo colocado na competição nacional.
Juninho Pernambucano é um dos motivos do crescimento do Vasco (Foto: Márcio Alves / Ag. O Globo)
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