Contrariado, presidente do Vasco diz que a diretoria está em busca de soluções, prefere minimizar assunto e reafirma boas relações com agentes
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Roberto Dinamite, presidente do Vasco: promessade cumprir deveres (Foto: Mauro Horita)
O clube ainda deve cerca de US$ 600 mil (cerca de R$ 1,2 milhão) ao fundo de investimento que negociou Tenorio. A dívida por Diogo Silva é com o Nova Iguaçu, que até já entrou na Justiça para cobrar o Vasco.
- A relação que nós temos com as duas partes é a melhor possível. Não vou ficar me lamentando, a direção está trabalhando. O goleiro tem um vínculo, um contrato, e já existe uma definição sobre a permanência em definitivo. Do Tenorio, vou só lembrar no dia de hoje o belo gol que marcou de cabeça e ajudou o Vasco a fazer 3 a 1 contra o Fluminense - desconversou.
Na presença de Guiñazu, Dinamite afirmou que o clube terá como arcar com os compromissos recentes que fez para reforçar o elenco. Nas últimas duas semanas, a diretoria afastou um pouco a crise financeira com o acerto com a Caixa e a Nissan para patrocinar o clube. Serão cerca de R$ 23 milhões anuais pelos contratos assinados.
- O Vasco não está se aventurando, não está trazendo o Guiñazu somente por trazer. Acima de tudo vamos cumprir os compromissos.
Sobre a possibilidade de mais reforços, o presidente disse que o assunto será avaliado internamente. O gol, a zaga e a lateral esquerda são os que mais preocupam.
- A comissão técnica e o Dorival vão analisar a vinda de atletas. Pedimos ao torcedor que valorize o trabalho da comissão, da diretoria.
O Vasco é o 11º colocado do Campeonato Brasileiro, com 10 pontos, e enfrenta o Criciúma neste sábado, às 18h30m, em São Januário, pela nona rodada.
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