
Dentro de campo, Elder Granja, que jogou pelo Vasco na temporada de 2010, tentava segurar os avanços do peruano Yotún. Fora da partida, lesionado, o zagueiro Fernando, campeão da Copa do Brasil de 2011 na reserva de Dedé e Anderson Martins, assistia ao jogo bem abaixo da comissão técnica vascaína. Durante toda a partida, conversava e brincava com os integrantes do seu ex-clube. Ricardo Gomes, muito assediado, trocava ideias com René Simões e Clovis Oliveira. O filho de Ricardo, Diego, também foi a Conselheiro Galvão. Da diretoria, apenas o vice-presidente geral, Antônio Peralta, e o vice de patrimônio, Manoel Barbosa, sofriam com a má atuação vascaína.
Torcida do Vasco em Madureira leva faixa de protesto (Foto: Alexandre Cassiano / Ag. O Globo)
Ex-vascaíno Fernando assiste ao jogo emMadureira (Foto: Raphael Zarko)
- Diz quem vocês querem que a gente empresta - avisava Duba, antigo parceiro do time de São Januário.
Apesar da má qualidade do futebol, a saudade dos moradores de Madureira em ver o Vasco de perto superou o resultado dentro de campo. Pequenos torcedores, pais e avós pediam para tirar fotos com os jogadores do Vasco e com o técnico Paulo Autuori. No salão de cabeleireiro, que não parou de funcionar na tarde do jogo, as clientes queriam chegar próximo a alguns jogadores, mas sentiam falta do zagueiro Dedé.
- Ele é lindo, tem olhos maravilhosos - disse Fernanda Ataíde, torcedora do Flamengo.
Vizinhos do estádio, família vascaína tenta se animar, apesar do momento do Vasco (Foto: Raphael Zarko)Com menos de mil pagantes, o jogo serviu também para crianças conhecerem melhor os desconhecidos atletas vascaínos.
- Yotún, Yotún, tira uma foto comigo - gritava uma criança com a camisa do Madureira que confundiu o peruano com Elsinho, o lateral-direito.
O Vasco volta a entrar em campo apenas no dia 26 de maio, na estreia do time no Campeonato Brasileiro, contra a Portuguesa, em São Januário.
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